O presidente estadual do
PSOL, Fabiano Galdino, que aniversariou ontem, voltou a comentar as
expectativas de políticos e formadores de opinião quanto a uma eventual
candidatura do senador Cássio Cunha Lima ao Governo do Estado e disse que o
rompimento da aliança entre PSDB e PSB não produzirá novidade à cultura
política no Estado e não representa mudança nos rumos administrativos do
Estado.
“Uma decisão de rompimento
dos iguais não representa cultura nova na política paraibana. Cássio e Ricardo
são faces de um mesmo projeto governamental. Juntos ou separados, eles
representam a manutenção do mesmo quadro de subdesenvolvimento do Estado”,
afirmou. .
“O povo não tem pressa para que o velho se repita. Cássio já governou a Paraíba por dois mandatos, o último interrompido sabe-se por que. E, quando se avalia situações como violência, seca e pobreza, não se pode negar a inércia dessas gestões diante da problemática. O silêncio de Cássio talvez materialize a culpa”, ironizou o presidente estadual do PSOL.
“O povo não tem pressa para que o velho se repita. Cássio já governou a Paraíba por dois mandatos, o último interrompido sabe-se por que. E, quando se avalia situações como violência, seca e pobreza, não se pode negar a inércia dessas gestões diante da problemática. O silêncio de Cássio talvez materialize a culpa”, ironizou o presidente estadual do PSOL.
Com relação ao PSOL, Galdino
revelou que seu partido busca consolidar seus nomes para a disputa ao senado e
ao Governo do Estado, através da intensificação dos debates sobre a realidade
paraibana.
Neste sábado, Galdino
reunirá amigos para festejar a passagem de seu aniversário. Entre os presentes,
o pré-candidato ao senado, prof. Nelson Junior, Marcos Dias, Calaço dos
Correios, entre amigos do Curso de Direito e outros.
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