PSOL diz que está de olho da gestão do PT e vê insuficiência
no VLT em João Pessoa
O ex-candidato do PSOL ao
senado, prof. Nelson Júnior fez críticas à gestão do prefeito Luciano Cartaxo
(PT) e destacou que há três anos no Governo de João Pessoa, o PT ainda não
realizou as promessas de campanha. Ao criticar
o que denomina de “A insuficiência do VLT como peça de propaganda de Luciano
Cartaxo”, Nelson Júnior disse que o prefeito Cartaxo faz muito barulho por
quase nada. “Já estamos no terceiro ano da gestão do PT e nada de resultados,
se observarmos as promessas de campanha. Infelizmente, a prefeitura petista se
rendeu aos interesses dos empresários, mantendo a reserva de mercado dos
transportes públicos coletivos da capital para as empresas de ônibus e, com
isso, perde a oportunidade de introduzir o VLT no sistema de transporte público
e promover uma mudança de paradigma”, enfatizou.
Segundo o professor Nelson Júnior, as medidas da gestão petista com relação ao transporte público são insuficientes, porque não atendem a crescente demanda da população. “Nos últimos dias, a prefeitura de João Pessoa tem divulgado aos quatros cantos aquilo que o prefeito e os petistas avaliam como um grande feito da gestão Cartaxo: o VLT para substituir os antigos vagões de trens da CBTU. Certamente, esta é uma boa iniciativa, mas nem de longe tem a envergadura que o governo do PT tenta nos convencer”, disse.
Na visão do ex-candidato
ao senado, a experiência do VLT na Capital já chega com atraso e sem inovação. “Ora,
quantos quilômetros a prefeitura de João Pessoa acrescentou ao transporte
férreo da capital? O trem vai passar em Mangabeira? Cruz das Armas? Valentina?
Não, nada disso. É simplesmente a troca de um trem velho por um novo, algo que
já deveria ter sido feito há muito mais tempo”, comentou.
Reafirmando que o PSOL está de olho na gestão da propaganda petista em João Pessoa, Nelson Junior conclui que “Assim como no resto do Brasil, o PT não é mais o partido que se propõe a enfrentar os reais problemas da população, mas sim promover pequenas melhorias e tentar vender como se fossem revoluções”.