sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Comparações entre gestões de Cartaxo e de Ricardo Coutinho expõe fracasso de seus modos de governar, diz dirigente do PSOL



Diante do que classificou como ‘guerra de versões’ entre aliados do PSB e aliados do prefeito Luciano Cartaxo, o presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, comentou nesta sexta-feira, 20, que tanto o grupo do prefeito Luciano Cartaxo quanto o do governador Ricardo Coutinho estão priorizando uma pauta que serve pelo menos para demonstrar os limites de suas gestões.  “Mesmo com a finalidade de realçar comparações entre o Governo de Luciano Cartaxo e do Governador Ricardo Coutinho. essa guerra de versões fragiliza o bom debate, mas serve para revelar que cada um, a seu estilo, sabe que desenvolvem ou desenvolveram gestões que poderiam fazer muito mais pela cidade, com prioridade nos serviços essenciais para atender o povo”, ressaltou.

Segundo Fabiano Galdino, qualquer cidadão comum sabe que diversos problemas estruturais na cidade persistem, desde gestões do passado, inclusive as gestões do ex-prefeito Ricardo Coutinho, até a atual administração do prefeito Luciano Cartaxo. Assim, esse mesmo cidadão comum percebe que está evidente que ambos gestores fracassaram na qualidade de seus Governos. “Os grupos políticos de Ricardo Coutinho e de Cartaxo, para defenderem seus interesses e esforços pelo poder, acertam num ponto: a realização de suas gestões foi insuficiente quanto à prestação dos serviços de interesse coletivo”, comentou.


O presidente estadual do PSOL defendeu que seu partido maximize os esforços para construir uma chapa representativa de vereadores para as eleições do ano quem vem. “Para tanto, além de Marcos Dias, Nelson Júnior, Tárcio Teixeira e Renan Palmeira, outros nomes estão sendo apontados para se apresentarem como pré-candidatos”, disse. 

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Governador pratica "literatura de ficção" para defender Azevedo, diz dirigente do PSOL

O presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, avaliou nesta terça-feira, 27, as declarações do governador Ricardo Coutinho de apoio à pré-candidatura do secretário estadual de Infraestrutura, João Azevedo (PSB), a prefeito da Capital nas eleições municipais de 2016. “O governador Ricardo Coutinho deveria ser professor de literatura de ficção, com essa capacidade de distorcer a realidade”, ironizou.

Fabiano Galdino lembrou que o governador Ricardo Coutinho sempre fala de mudança na prefeitura de João Pessoa, de acordo com o humor de suas alianças. “Quando se aliou ao prefeito Luciano Cartaxo para lutar por sua reeleição, a narrativa do governador sobre a cidade parecia ser outra. Criativo para narrar fatos de acordo com suas conveniências e adaptando a realidade a seu bel prazer, ele não ficará desempregado”, disparou.

O presidente estadual do PSOL também discordou da afirmação de Ricardo Coutinho de que o PSB é o partido que mudou o Estado da Paraíba, “Foi preciso um segundo turno, sob as asas do PMDB, para que o PSB reelegesse o governador”, disse.

Oposição ao governo do prefeito Luciano Cartaxo (PSD), o PSOL pretende lançar candidatura própria à prefeitura de João Pessoa.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

PSOL não se surpreende com saída de Cartaxo do PT e diz que há cultura petista pelo enfraquecimento de suas lideranças



O presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, comentou a desfiliação do prefeito Luciano Cartaxo e declarou que a decisão do prefeito foi uma construção política de fácil previsão.  Fabiano Galdino analisou que há uma cultura no PT paraibano de tomar decisões que desprivilegiam lideranças históricas do partido para abrir caminho para novas figuras. “A saída do prefeito Luciano Cartaxo do PT para se filiar ao PSD não surpreende a quem conhece a trajetória dele. Cartaxo até poderia ter se filiado diretamente ao PSDB. Afinal, a política que ele conhece é a de situação mesmo, tendo sido vereador de conciliação ao então prefeito Cícero Lucena”, afirmou.

 “De olho em alianças com campo político ligado ao PSDB no Estado, o prefeito Luciano Cartaxo parece buscar uma solução eleitoral em alianças para reverter uma gestão que ainda tem a marca da ineficiência em áreas vitais dos serviços públicos, como saúde, infra-estrutura e mobilidade urbana”, avaliou.

O presidente estadual ainda considerou que o PT enquanto partido político colaborou pela vitória de Luciano Cartaxo nas eleições 2012, assim como desenvolveu a cultura de sepultar politicamente lideranças de seus quadros com mais identidade partidária.


sábado, 7 de fevereiro de 2015

PSOL afirma que VLT chega com atraso em João Pessoa e não atende demanda

PSOL diz que está de olho da gestão do PT e vê insuficiência no VLT em João Pessoa

O ex-candidato do PSOL ao senado, prof. Nelson Júnior fez críticas à gestão do prefeito Luciano Cartaxo (PT) e destacou que há três anos no Governo de João Pessoa, o PT ainda não realizou as promessas de campanha.  Ao criticar o que denomina de “A insuficiência do VLT como peça de propaganda de Luciano Cartaxo”, Nelson Júnior disse que o prefeito Cartaxo faz muito barulho por quase nada. “Já estamos no terceiro ano da gestão do PT e nada de resultados, se observarmos as promessas de campanha. Infelizmente, a prefeitura petista se rendeu aos interesses dos empresários, mantendo a reserva de mercado dos transportes públicos coletivos da capital para as empresas de ônibus e, com isso, perde a oportunidade de introduzir o VLT no sistema de transporte público e promover uma mudança de paradigma”, enfatizou.

Segundo o professor Nelson Júnior, as medidas da gestão petista com relação ao transporte público são insuficientes, porque não atendem a crescente demanda da população. “Nos últimos dias, a prefeitura de João Pessoa tem divulgado aos quatros cantos aquilo que o prefeito e os petistas avaliam como um grande feito da gestão Cartaxo: o VLT para substituir os antigos vagões de trens da CBTU. Certamente, esta é uma boa iniciativa, mas nem de longe tem a envergadura que o governo do PT tenta nos convencer”, disse.
Na visão do ex-candidato ao senado, a experiência do VLT na Capital já chega com atraso e sem inovação. “Ora, quantos quilômetros a prefeitura de João Pessoa acrescentou ao transporte férreo da capital? O trem vai passar em Mangabeira? Cruz das Armas? Valentina? Não, nada disso. É simplesmente a troca de um trem velho por um novo, algo que já deveria ter sido feito há muito mais tempo”, comentou.

Reafirmando que o PSOL está de olho na gestão da propaganda petista em João Pessoa, Nelson Junior conclui que “Assim como no resto do Brasil, o PT não é mais o partido que se propõe a enfrentar os reais problemas da população, mas sim promover pequenas melhorias e tentar vender como se fossem revoluções”.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Com pouco tempo no Guia, PSOL faz candidatos se virarem nos 15 segundos


O presidente do PSOL paraibano, Fabiano Galdino, usou o twitter hoje pela manhã para comentar sobre o Guia Eleitoral dos candidatos a deputados federais por seu partido. Galdino elogiou a criatividades dos candidatos Gobira, José Silva e Renan Palmeira, que, em 15 segundos cada, tiveram de mandar suas mensagens diretas para os eleitores.  
“O nome dele é Gobira. Em 15 segundos, ele denunciou a seca no interior do Estado e disse que é preciso acabar com a comercialização de água”, escreveu.
Outro candidato a deputado federal aparecer no Guia do PSOL foi o jovem José Silva, que obteve quase 9 % dos votos para a prefeitura de Santa Rita, em 2012. “Jose Silva também usou o mesmo tempinho para dizer que a esperança não deve morrer. Ele quis traduzir expectativas do povo”, lembrou.
“Renan Palmeira também teve 15 segundos para defender bandeiras dos Direitos Humanos. Assim o primeiro Guia do PSOL”, twitou o dirigente do PSOL.
O PSOL lançou 8 candidatos à  Câmara Federal e 16 ao Legislativo estadual. Segundo Galdino, a situação ainda é mais complicada para os candidatos a deputados estaduais, uma vez que o Guia Eleitoral só possibilita 38 segundos para a propaganda deles.



quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Marcos Dias diz que segundo turno é outra fase; PSOL quer chegar lá.



Em entrevista à TV Master, o candidato a vice-governador pelo PSOL, professor Marcos Dias explicou as razões de seu partido não ter firmado alianças políticas nestas eleições. “A aliança com partidos tradicionais não convém ao PSOL, porque temos importantes divergências sobre a forma de governar”, disse.
Segundo Marcos Dias, o PMDB, o PSDB e o PSB já governaram o Estado e ainda governam o Estado, nas últimas décadas. “São governos que tem a marca das promessas, mas, efetivamente, não programaram governos para o povo”, disse.
Questionado sobre qual o rumo do PSOL no eventual segundo turno, Dias afirmou que o segundo turno que interessa é aquele em que o PSOL está presente. “Não podemos achar que já perdemos a eleição, queremos sonhar com essa possibilidade de chegar ao segundo turno, em que pese as dificuldades concretas”, comentou.
Na entrevista concedida ontem à noite ao programa Bastidores, apresentado por padre Albeni Galdino, Marcos Dias respondeu ainda sobre a situação econômica da campanha do PSOL e disse que a campanha do partido não tem grandes recursos, por isso seus candidatos tem dificuldades. “O poder econômico funciona para mandar nos governantes, mas no governo do PSOL a força será do povo, já que não somos reféns dos empresários”, disse.
O candidato a vice-governador na chapa de Tárcio Teixeira aproveitou para criticar a candidata Marina Silva.  Marcos Dias disse que ela abriu mão de seus conhecidos princípios ambientalistas para assumir a condição de candidata substituta de Eduardo Campos. “Marina assinou uma carta e se inclinou para a política do agronegócio, contra a qual tem se manifestado contrária em vários momentos de sua história”, disse.


quinta-feira, 6 de março de 2014

“PT já foi governo com PMDB”, diz dirigente do PSOL



Dias depois do lançamento, por petistas, de Lucélio Cartaxo, irmão do prefeito Luciano Cartaxo, para ser postulante ao senado, o presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, criticou nesta quinta-feira, 6, a proposta dos petistas que  querem Lucélio Cartaxo como o pré-candidato do PT ao senado, em eventual aliança com o PMDB e seu pré candidato ao Governo, Veneziano Vital do Rêgo.

“Essa união seria a fase mais visível da familiarização da política na Paraíba”, reagiu Galdino, para quem, se o PT lançar o irmão do prefeito para ser o candidato ao senado pelo PT estará dando a seu partido as mesmas características de partidos oligárquicos, como o PMDB com a família Vital do Rêgo. “Enquanto a pré-candidatura de Veneziano Vital ao Governo expressa a vontade de uma família que tem um membro no senado e outro parente na Câmara Federal, a defesa do nome de Lucélio Cartaxo, para integrar essa eventual aliança , expressa o mesmo perfil de familiarização da política no Estado”, disse.

O presidente do PSOL considerou normal a eventual aliança entre petistas e o PMDB. “Importante lembrar que o PT já foi governo na Paraíba, durante a gestão de Zé Maranhão com a cassação do ex-governador Cássio em 2009. Com a chegada do PT ao governo municipal em 2012, acentuam-se as semelhanças entre os dois partidos, com esse caráter de familiarização da política do PT no Estado”, alfinetou. 

Galdino reiterou que o PSOL terá candidatura própria ao Governo do Estado e ao senado. O assistente social Tarcio Teixeira e o professor Nelson Junior, são os pré-candidatos do PSOL ao Governo do Estado e senado, respectivamente.