O presidente estadual do
PSOL, Fabiano Galdino, reconheceu nesta sexta-feira (20) algumas dificuldades
que seu partido enfrentará no próximo período eleitoral. Para Galdino, o número
reduzido de pré-candidaturas de militantes femininas e a falta de recursos
financeiros são dois problemas que dominarão os desafios do PSOL no cenário de
2014.
O dirigente afirmou que há
uma preocupação com a participação feminina na chapa proporcional, não só para garantir
a exigência da legislação eleitoral, mas também para estimular o engajamento da
mulher na política e nas lutas sociais. “O PSOL promoverá uma discussão sobre o
tema a fim de evitar complicações para a futura chapa proporcional”, disse.
Ana Júlia, que foi vice na
chapa encabeçada pelo professor Nelson Junior, é uma das opções de perfil
feminino do PSOL para a chapa proporcional.
Galdino ainda citou os nomes de Rosália Marques, professora e militante
do PSOL de Patos, e de Irmã Luiza, do PSOL em Santa Rita. “Outros nomes devem
ser lembrados e estimulados para atender as necessidades do PSOL com vistas às
eleições proporcionais”, comentou Galdino.
Galdino aproveitou ainda para criticar o governo do PSB. “Uma eventual
reeleição de Ricardo Coutinho representará mais quatro anos de um projeto
político que se baseia na exclusão da ampliação de direitos ao povo paraibano”,
afirmou.
O dirigente também destacou que o PSOL tem o objetivo de eleger seus
primeiros parlamentares, que terão o desafio de expressar as lutas sociais por
meio dos espaços institucionais, como o parlamento.
Galdino disse acreditar que somente com o desenvolvimento de uma
estratégia adequada o partido ampliará suas chances de vitórias nas eleições
que se avizinham.
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